Serviços

Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica

Projeto SCBR (Solução Corretiva Baseada no Risco):

A W2S3 integra a equipe de desenvolvimento da plataforma SCBR para o desenvolvimento de novas ferramentas matemáticas para implementação computacional de ferramentas de cubagem de solo e desenvolvimento de planos de amostragem de solos e águas que irão auxiliar no gerenciamento ambiental de áreas contaminadas (www.modeloscbr.com.br).


Projeto Glicerol:

Em parceria com a usina de biodiesel BIOPAR, a W2S3 está desenvolvimento uma tecnologia para tratamento do Glicerol, que vem se tornando um problema ambiental em função do excesso de produção pelas usinas de biocombustíveis no país. Na produção de biodiesel a partir de qualquer triglicerídeo, há geração de aproximadamente 10% de glicerina. Uma vez que os mercados tradicionais de glicerina não conseguirão absorver esta nova oferta de produto ao cenário de preços atuais. Neste contexto,  este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de biotecnologia para a transformação do Glicerol em combustível.


Projeto MEOR:

Em parceria com a UFSC e a Petrobras, a W2S3 fornece consultoria no desenvolvimento de biotecnologias para aumentar a produção e recuperação do óleo (ex.: otimização da capacidade de explotação de petróleo em campos maduros por meio de processos microbiológicos para produção de biopolímeros, emulsificadores de óleo). Além disso, está se avaliando o controle da corrosão dos dutos existentes em plataformas de extração de petróleo, minimizando a formação de compostos altamente corrosivos ao sistema de tubulação e com características letais (ex.: sulfetos).


Projeto Bacias de Contenção :

Em parceria com a UFSC e a Petrobras, a W2S3 participou da realização de estudos sobre a capacidade de impermeabilização do solo em áreas de dutos e terminais de armazenamento de combustíveis. O objetivo deste estudo foi avaliar a capacidade de impermeabilização das bacias de contenção de três terminais de armazenamento de derivados de petróleo e etanol, e verificar se o coeficiente de permeabilidade, exigido pela ABNT NBR 17505-2/2006, referenciada à água, é um critério suficiente e conclusivo na tomada de decisão sobre impermeabilização de bacias de contenção. Neste sentido, foram coletadas amostras indeformadas de solo de todas as bacias de contenção e realizados ensaios de permeabilidade referenciados à água e aos respectivos produtos armazenados nas mesmas. Também foram realizadas análises de granulometria e raios-X, e determinação da porosidade das amostras. A fração granulométrica predominante foi de solo argiloso-siltoso nos Terminais 1 e 2, e arenoso fino no Terminal 3. Análises de raios-X da fração argilosa indicaram a presença de argilominerais com características levemente expansivas, sendo predominante a maioria com características não expansivas. A faixa de porosidade encontrada nos solos foi de 21 a 33%. Os valores de permeabilidade dos solos percolados pelos produtos variaram de 10-8 cm/s a 10-3 cm/s. A permeabilidade ao óleo combustível foi até 105 vezes menor que à água. Em 11 das 21 bacias de contenção que apresentaram amostras de solo percoladas com água e produto, o coeficiente de permeabilidade médio aos produtos foi maior que à água. Essas variações da permeabilidade foram influenciadas pela heterogeneidade entre os solos, pelas propriedades dos produtos percolados e pela presença de argilominerais expansivos no solo. Os resultados demonstraram que não é seguro definir critérios de impermeabilização de bacias de contenção baseados unicamente no coeficiente de permeabilidade, referenciado à água, conforme especifica a NBR 17505-2, verificando a necessidade de se estabelecer normas e legislações nacionais a fim de propor critérios mais eficientes, o qual considere as especificidades de cada local.